(A HIPERTENSÃO PULMONAR )

SINTOMAS

A hipertensão pulmonar, em seu primeiro estágio, não costuma apresentar sintomas. Em geral, quando os primeiros sinais aparecem, a HP já se encontra em estágio mais avançado. Os sintomas mais comuns da hipertensão pulmonar incluem falta de ar ao exercício físico (dispneia de esforço), fadiga, tontura e desmaio (que pioram quando o paciente realiza algum esforço físico).

Os sintomas da hipertensão pulmonar são similares a outras enfermidades. Frequentemente, a HP é confundida com outras enfermidades, como “stress”, asma, bronquita etc. O diagnóstico tardio, combinado com a falta de médicos especializados no tema, dificultam o tratamento e sobrevida do paciente.

Independente do tipo de HP que o paciente possua, os sintomas podem não ser suficientes para o diagnóstico preciso:

DIFICULDADE PARA RESPIRAR

É um sintoma chave. Alguns pacientes podem sentir dificuldade para respirar durante uma atividade rotineira, como subir escadas. A respiração difícil incômoda é conhecida como dispneia, e pode ocorrer inclusive durante o repouso.

FADIGA

Uma sensação de cansaço ou estafa forte e prolongada que não melhora nem com o descanso.

TONTURA

Manifesta-se quando o paciente fica de pé, sobe escadas ou se levanta após agachar. Em algumas ocasiões, os pacientes sentem tontura até quando estão sentados.

PULSO ACELERADO

O paciente sente as batidas do coração bem acelerado, no peito, garganta e colo.

DESMAIO OU SÍNCOPE

Ocorre quando o cérebro do paciente não recebe oxigênio suficiente e a pessoa fica “sem ar”.

DOR NO PEITO

Uma dor que se sente na região do colo e abdômen superior.

EDEMA DOS MEMBROS INFERIORES

O inchaço nos tornozelos, estômago ou pernas não é um sintoma muito comum. Para detectá-lo, é necessário pressionar a região para verificar se ali ficará “amassado”, indicando a retenção de líquidos.

CIANOSE

Lábios e pontas dos dedos com coloração azulada, em decorrência da falta de oxigênio no sangua.

TOSSE SECA

Também chamada de tosse nervosa, não leva à expectoração.

À medida que a HP avança, o paciente pode ter dificuldade em realizar atividades físicas cotidianas, além de diminuir a qualidade de vida. Nas etapas mais avançadas, o paciente se sente debilitado e se torna totalmente dependente do cuidador.

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